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Progressive Rock BR - 15/02/2012
http://www.progressiverockbr.com/previews2012.htm

ALEX SABA - "Electro Suite and Tributes"
O compositor brasileiro Alex Saba está de volta às páginas deste webzine. Saba nasceu em 1958 no Rio de Janeiro, e começou a tocar violão em uma idade jovem, sendo agora um multi-instrumentista, com experiência na guitarra, baixo, teclados, flautas, percussão e aparelhos eletrônicos. Ele também é um fotógrafo profissional, e cuida do desenho das capas de seus álbuns. Como músico, Saba foi inspirado por "Chick Corea", "Philip Glass", "Mike Oldfield", "Frank Zappa", "Keith Jarrett", "Keith Emerson", "Peter Gabriel", "Philippe Saisse"; e por seus guitarristas favoritos "Philipe Catherine", "Al Di Meola" e "Jan Akkerman". A discografia de Saba inclui os álbuns
"Angel’s Dream" (1996) e "Missa Universalis" (2000). Em 2010, escrevi um comentário sobre seu álbum "Under All The Circumstances" (2007), que contou com a música original de uma peça de teatro. Agora estamos a introduzir aos nossos leitores o álbum de Saba "Electro Suite & Tributes" (2009). O álbum foi gravado e mixado por Ailan Partson no Aquilante Digital Studios; produzido por Ahmed e Alex Saba, e lançado sob seu próprio selo independente Brancaleone Records/Design. As músicas foram inteiramente compostas, arranjadas e executadas por Alex Saba sem o uso de qualquer instrumento acústico. "Electro Suite & Tributes" é muito diferente de "Under All the Circunstances". Enquanto "Under All..." invocava ambientes claustrofóbico e angustiantes criado por melodias incomuns, harmonias minimalistas, e dissonâncias, "Electro Suite & Tributes" é completamente cercado por uma aura de cores claras permeado por ritmos animados e melodias alegres que pegam o ouvinte de uma vez. Ele ainda tem a vantagem de combinar de forma eficiente o modo mecanizado e artificial da música eletrônica com o calor ea sensibilidade do coração e da alma humana. "Electro Suite & Tributes" traz 5 peças instrumentais. Os tributos referidos no título são dedicados a homens que têm influenciado Saba musicalmente. A "Electro Suite" é uma longa peça dividida em 5 partes. A faixa de abertura "Also Sprach Zarathustra" (por "Richard Strauss", arranjado por Saba) foi inspirado em imagens do filme de Stanley Kubrick "2001", e é dedicado a "Arthur C. Clarke". Esta peça foi feita especialmente para o álbum tributo de Clarke coordenado pelo tecladista Norueues "Dale Key". É uma versão animada da introdução clássica, atualizada para o século 21, e me lembra o trabalho de "Wendy Carlos". A segunda faixa é "Prelude # 1" (para "Mr. Bob Moog"). Alternativamente marcada pela compaixão e renúncia, esta bela peça é parcialmente inspirada em um prelúdio de "Chopin", e ao mesmo tempo tenta capturar o sentimento dentro o coração de Saba para a perda desse homem importante. A tristeza da peça contrasta com o vigor e a alegria das seguintes "Remember JZ" (para "Mr.Joe Zawinul"), uma canção de fusão curto com um piano ritmado, baixo cheio de swing e alegre solo de sintetizador, que vai agradar qualquer fã de "Passaporte". A quarta faixa: "The Charming Robots # 1", foi composta para um documentário de TV nunca lançado sobre robôs. Uma das melhores peças do álbum, é como uma fusão vivaz, fazendo uso de baixo eletrônico e bateria, pianos jazzy e solo de sintetizador livre de estilo, misturando "Passport" e "Jean Luc-Ponty" com "Alan Parsons". As últimos 5 faixas compõem a suite principal do álbum - "Electro Suite" Parts 1-5 - que é dedicado a "alguém". É inspirado por um homem que deixa sua cidade natal em busca de alguém como ele. Depois de viajar pela América, Europa e Japão, sua jornada termina dentro de seu próprio interior. "# 1 Leaving Home" é uma peça forte fundamentada em um baixo pulsante que me lembra do início de "Alan Parsons" e "Mike Oldfield". "# 2 America" ​​começa com incríveis sons realistas de banjos sintetizados e instrumentos de metal jazzístico, sendo imersos em uma atmosfera frenética que reflete o espírito típico progressiva do povo americano. "# 3 Europe" é uma animada mistura eletrônica, que retoma muitos séculos de música do Velho Continente, empregando uma colagem de "Mozart", "Beethoven", "Mussorgsky", e "Tchaikovsky". "# 4 Japan" desacelera o ritmo usando percussão antiga, flautas de bambu, e as escalas tradicionais da música japonesa, sendo destaque um solo de piano elétrico improvisado (como "Keith Jarret"). "# 5 Inner Voyage" é uma peça estruturada progressivamente imersa em uma atmosfera psicodélica electronica- futuristica- que combina "Parsons", "Oldfield", e "Pink Floyd". "Electro Suite & Tributes" de Alex Saba é um excelente trabalho de Progressivo Electrónico & Fusion, sendo especialmente recomendado para os fãs de "Alan Parsons", "Wendy Carlos", "Mike Oldfield", "Joe Zawinul", "Chick Corea", e "The Gak Omek". Um projeto de um homem só, Alex Saba é: Alex Saba - instrumentos eletrônicos, teclados e sintetizadores ... (Comentários de Marcelo Trotta)
ALEX SABA - "Electro Suite and Tributes"
The Brazilian composer Alex Saba is back to the pages of this webzine. Saba was born in 1958 in Rio de Janeiro, and began to play acoustic guitar at a young age, now being a multi-instrumentalist with experience on electric guitar, bass, keyboards, flutes, percussion and electronic gadgets. He is also a professional photographer, and takes care of the design of the covers of his albums. As a musician, Saba was inspired by "Chick Corea", "Philip Glass", "Mike Oldfield", "Frank Zappa", "Keith Jarrett", "Keith Emerson", "Peter Gabriel", "Philippe Saisse"; and by his favorite guitarists "Philipe Catherine", "Al Di Meola" and "Jan Akkerman". Saba’s discography includes the albums "Angel’s Dream" (1996) and "Missa Universalis" (2000). In 2010 I wrote a review about his album "Under All The Circumstances" (2007), which featured the original score music of a stage play. Now we are introducing to our readers Saba‘s album "Electro Suite & Tributes" (2009). The album was recorded and mixed by Ailan Partson at Aquilante Digital Studios; produced by Ahmed and Alex Saba, and released under his own independent label Brancaleone Records/Design. The music was entirely composed, arranged and performed by Alex Saba without use of any acoustic instrument. "Electro Suite & Tributes" is very different from "Under All the Circumstances". While "Under All…" relied on claustrophobic and distressful atmosphere created by unusual melodies, minimalist harmonies, and dissonances, "Electro Suite & Tributes" is completely surrounded by a bright-colored aura pervaded by lively rhythms and cheerful melodies that catch the listener at once. It still has the bonus of combining efficiently the mechanized and artificial mode of Electronic Music with the warmth and sensitivity of the human heart and soul. "Electro Suite & Tributes" brings 5 instrumental pieces. The tributes referred on the title are dedicated to men that have influenced Saba musically. The "Electro Suite" is a long piece divided in 5 parts. The opening track "Also Sprach Zarathustra" (by "Richard Strauss", arranged by Saba) was inspired on images of "Kubrick’s" motion picture "2001", and is dedicated to "Arthur C. Clarke". This piece was specially made for a Clarke’s tribute album coordinated by Norway keyboardist "Dale". It is a lively version of the Classic intro, updated to the 21st century, and reminds me of the work of "Wendy Carlos". The second track is "Prelude #1" (to "Mr. Bob Moog"). Alternatively marked by compassion and resignation, this beautiful piece is partially inspired on a prelude by "Chopin", and at the same time tries to capture the feeling inside Saba’s own heart for the loss of that important man. The sadness of the piece contrasts with the vigor and joy of the following "Remember JZ" (to "Mr.Joe Zawinul"), a short fusion song with bouncing piano, swinging bass, and cheerful synthesizer solo, that will please any fan of "Passport". Track 4, "The Charming Robots #1", was composed for a never released TV documentary about robots. One of the best pieces of the album, it is like a vivacious Fusion, making use of electronic bass and drums, jazzy pianos and free-styled synth solo, blending "Passport" and "Jean Luc-Ponty" with "Alan Parsons". The last 5 tracks compose the main suite of the album - "Electro Suite" Parts 1-5 – which is dedicated to "someone". It is inspired by a man that leaves his hometown in search for someone like him. After traveling through America, Europe and Japan, his journey ends inside his own inner self. "#1 Leaving Home" is a strong piece grounded on pulsing bass that reminds me of early "Alan Parsons" and "Mike Oldfield". "#2 America" begins with incredible realistic sounds of synthesized banjos and jazzy brass instruments, being immersed in a frantic atmosphere that reflects the typical progressive spirit of the American people. "#3 Europe" is a lively electronic brew that resumes many centuries of music of the Old Continent, employing a collage of "Mozart", "Beethoven", "Mussorgsky", and "Tchaikovsky". "#4 Japan" slows down the pace using ancient percussion, bamboo flutes, and traditional scales of the Japanese music, being highlighted by an improvised electric piano solo (as "Keith Jarret"). "#5 Inner Voyage" is a Progressive-structured piece immersed in a futuristic- electronic- psychedelic atmosphere that blends "Parsons", "Oldfield", and "Pink Floyd". Alex Saba’s "Electro Suite & Tributes" is an excellent work in Electronic Progressive & Fusion, being especially recommended for fans of "Alan Parsons", "Wendy Carlos", "Mike Oldfield", "Joe Zawinul", "Chick Corea", and "The Gak Omek".  A one-man project, Alex Saba is: Alex Saba – Electronic Instruments, Keyboards, and Synthesizers...    (Comments by Marcelo Trotta)

MovimentiProg (Itália/Italy)
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O começo de um "one-man-band" brasileiro

Válida alternativa aos solistas europeus do new prog como Jean-Pascal Boffo, Guy Manning e Marc Ceccotti, o brasileiro Alex Saba é um guitarrista sensível, debutando em 1996 com "Angel's dream", o recuperamos depois de muitos anos. Na companhia de Beto Frega (que se ocupa do teclado em algumas faixas), mas fundamentalmente um solitário homem de estúdio (um Mike Olldfield sul americano, podemos dizer), Saba dedica este LP a seu filho e se assume a responsabilidade de todos os instrumentos, guitarra em destaque.

Apaixonado de prog e jazz-rock, no seu sound ele mistura todos os seus pontos de referência, criando um new prog vizinho ao estilo do Steve Hackett anos 80, mas também de Santana e Al Di Meola ("Harlequin" é no mais típico estilo de "Elegant Gipsy"). Alex fala de "progressive music" não como simples mix dos gêneros, mas como expressão do próprio coração. E a sua paixão se sente: o disco está composto de numerosos trechos, pelo mais breve, inspirado em diversos temas mas combinado com o solo do autor, discreto, essencial, eficaz também na sua longa duração. A deficiência está na típica qualidade dos sons daquele período, programação rítmica em primeiro, que impediu a evolução das peças musicais.

É um disco de canções, uma classe de palheta sonora de muitas cores: do agitado rock-jazz de "Dick Tracy" e "702" ao blues de "Vincent-O Abutr" e "Paranóia's blues", do suave rock de "Parkiño" à romântica "Estudo n.1", com traços da bossa nova de "Martini seco" ao acquarello de "Minueto". Lembramos que o disco esteve registrado em gravação direta, em particular a parte da guitarra, que resulta, por este motivo, no elemento mais incisivo do LP inteiro, como no caso do brani deboli como "Amanhecer" e "Xuxu". A tentativa de mini-suite ("The cicada and the ant" e "Angels can't sleep"), por viciado nos sons sintéticos e da mistura world/rock, posso dizer que retornou. ( Menos retornado ?)o pomposo sinfonismo do "The untold story of Arthur the King".

Saba volta alguns anos depois com "Missa Universalis", um disco mais inspirado e intenso. Este seu estilo não faz sucesso nos anos 90, mas é uma interessante alternativa aos senhores do new prog europeus.

Donato Zoppo

L'esordio della one man-band brasiliana

Valida alternativa ai solisti europei del new prog come Jean-Pascal Boffo, Guy Manning e Marc Ceccotti, il brasiliano Alex Saba è un chitarrista sensibile, debuttante nel 1996 con "Angel's dream", che recuperiamo dopo molti anni. In compagnia di Beto Frega (che si occupa delle tastiere in qualche brano) ma fondamentalmente solitario uomo di studio (un Mike Olldfield sudamericano, potremmo dire), Saba dedica questo lp a suo figlio e si accolla la responsabilità di tutti gli strumenti, chitarre in primis.

Appassionato di prog e jazz-rock, nel suo sound egli miscela tutti i suoi punti di riferimento, plasmando un new prog vicino allo stile dello Steve Hackett anni '80 ma anche di Santana e Al Di Meola ("Harlequin" è nel più tipico stile di "Elegant Gipsy"). Alex parla di "progressive music" non come semplice mix di generi ma come espressione del proprio cuore. E la sua passione si sente: il disco è composto da numerosi brani, per lo più brevi, ispirati a diversi temi ma accomunati dal solismo dell'autore, discreto, essenziale, efficace anche sulla lunga durata. La pecca è nella tipicità dei suoni di quel periodo, programmazione ritmica in primis, che impedisce l'evoluzione dei pezzi.

E' un disco di frammenti, una sorta di tavolozza sonora dai tanti colori: dallo scattante rock-jazz di "Dick Tracy" e "702" al blues di "Vincent-O Abutre" e "Paranoia's blues", dal soft rock di "Parkino" alla romantica "Estudo n. 1", dalle tracce bossanova di "Martini seco" all'acquarello di "Minueto". Ricordiamo che il disco è stato registrato in presa diretta, in particolare le tracce di chitarra, che risultano per questo motivo l'elemento più incisivo dell'intero lp, come nel caso di brani deboli quali "Amanhecer" e "Xuxu". Il tentativo di mini-suite ("The cicada and the ant" e "Angels can't sleep"), pur viziato dai suoni sintetici e da accostamenti world/rock, può dirsi riuscito. Meno riuscito il pomposo sinfonismo di "The untold story of Arthur the King".

Saba tornerà qualche anno dopo con "Missa Universalis", un disco più ispirato e intenso. Questo suo esordio non spicca nel panorama anni '90 ma è una interessante alternativa ai signori del new prog europei.

Donato Zoppo

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Segundo CD do músico brasileiro, a Missa em versão new age

 

Depois de um primeiro álbum apenas suficiente, o compositor e musicista brasileiro Alex Saba retorna com um projeto muito ambicioso, dedicado ao pai há pouco tempo falecido.

Da progressive-fusion dos esordios a Missa, uma versão rock contemporânea da Missa católica que não por acaso vem intitulada “Missa Universalis”, a observar não somente o ecumenismo daquela religião (que definitivamente perdeu o contato com a origem esotérica do Cristianismo) mas também a portata universal da “popular music”.

 

O processo de Saba não foi simples porque ele estudou tanto a codificação da Missa de um ponto de vista ritual como as obras, seja jazz ou pop, que o precederam, de Duke Ellington e Dave Brubeck  aos nossos Latte & Miele e os austríacos  Eela Craig, tanto para ficar no campo progressivo. Se bem executada um solo performer, na intenção de Saba os trechos são destinados a uma orquestra inteira.

 

Em 15 movimentos Saba desenvolve assim a sua visão do rito católico romano, amalgamando o amado rock sinfônico com a fusão e a world music, criando uma solene, mas não excessivamente barroca, mescla musical, na qual os instrumentos étnicos (como exemplo: a kalimba e as flautas de bambu) não dão somente cor, mas também substância. É o caso do “The Gospel”, breve mas eficaz.

 

Estilisticamente os passados referem-se aos vários Oldfield, Hackett e Metheny são menos marcados e mais amalgamados (penso nas “Penitential Act” e “Communion”, com uma sobreposição dos diversos temas). Saba se estende também ao new age e a eletrônica, alternando passagem rica de tons a momentos graves e dominados dos synths (“Gloria in excelsis deo”, “Creed”). Francamente, para o desenvolvimento de algumas células melódicas parece aproximar-se do nosso Ciro Perrino.

 

Certamente pesa muito a solidão do executor, especialmente  naquelas passagens (o Kyrie, o Ato Penitencial, o hino de fechamento) no qual uma orquestra inteira poderia dar uma expressividade e um vigor absolutamente decisivos. Felicitamos ao tenaz Saba para organizar uma versão orquestrada desta ópera assim abrangente mas incompleta.

Crítica de Donato Zoppo

Secondo lp del musicista brasiliano, la Messa in versione new age

Dopo un primo album appena sufficiente, il compositore e musicista brasiliano Alex Saba torna con un progetto molto ambizioso. Dalla progressive-fusion degli esordi alla Messa, una versione rock contemporanea della Messa cattolica che non a caso viene intitolata "Missa Universalis", a sottolineare non solo l'ecumenismo di questa religione (che ha ormai definitivamente perso i contatti le origini esoteriche del Cristianesimo) ma anche la portata universale della "popular music".

Il processo di Saba non è stato semplice poichè egli ha studiato sia la codificazione della Messa da un punto di vista rituale che le opere sia jazz che pop che lo hanno preceduto, da Duke Ellington e Dav Brubeck ai nostri Latte & Miele e gli austriaci Eela Craig, tanto per restare in campo prog. Sebbene eseguite da un solo performer, nelle intenzioni di Saba i brani dovrebbero essere destinati ad un'intera orchestra.
In 15 movimenti Saba sviluppa così la sua visione del rito cattolico romano, amalgamando l'amato rock sinfonico con la fusion e la world music, creando un solenne ma non eccessivamente barocco impasto musicale, nel quale gli strumenti etnici (ad es. la kalimba e i flauti di canna) non danno solo "colore" ma anche "sostanza". E' il caso di "The gospel", breve ma efficace.

Stilisticamente i passati riferimenti ai vari Oldfield, Hackett e Metheny sono meno marcati e più amalgamati (penso a "Penitential act" e "Communion", con una sovrapposizione di diversi temi). Saba si estende anche alla new age e all'elettronica, alternando passaggi ricchi di sfumature a momenti serrati e dominati dai synths ("Gloria in excelsis deo", "Creed"). Addirittura per lo sviluppo di alcune cellule melodiche sembra ccostarsi al nostro Ciro Perrino.
Certo pesa molto la solitudine dell'esecutore, specialmente in quei brani (il Kyrie, l'atto di Penitenza, l'inno di chiusura) in cui un'orchestra intera avrebbe potuto dare un'espressività e un vigore assolutamente decisivi. Auguriamo al tenace Saba di organizzare una versione orchestrale di quest'opera così avvincente ma incompiuta.

Recensito da Donato Zoppo

The New Gibraltar Encyclopedia (EUA/USA)
http://www.gepr.net/geprfram.htm

Saba, Alex [Brasil] - Updated 9/28/00
Discografia
Angel's Dream (97)
Missa Univeralis (Musica para a Missa Moderna) (99?)
Sob Todos Os Aspectos (00)

Revisões
Sr. Saba me enviou amostras bem legais, incluindo várias faixas de cada um dos seus álbuns. Esta é uma grande maneira de ouvir amostras de todos os trabalhos de um artista! Eu vou rever cada uma, como se tivesse ouvido o disco inteiro, mas fique atento de que eu ouvi apenas as faixas que menciono.

O primeiro álbum de Saba é Angel's Dream, e é um esforço (quase) solo. Saba toca guitarra e teclados, além de uma guitarra sintetizada para controlar seus sintetizadores. As composições usam bateria eletrônica. Este é óbviamente gravado em um estúdio doméstico. É uma mistura de diferentes estilos, com progressivo e fusion na maioria das músicas. As composições não são ruins, mas o som dos teclados e da bateria eletrônica, faz com que seja difícil ouvir esse disco. Há também alguns erros de tempo e sincronização nas dobras. Mas principalmente, soa muito como "uma pessoa em um estúdio" Eu fiquei pensando: "Cara, esse sujeito precisa de uma banda má!". As faixas enviadas são: "Dick Tracy", "Amanhecer", "Suite - The Cicada and he Ant", "Angels Can't Sleep (but they can fly)", e "The Untold Story of Arthur the King" (como este é um disco instrumental, suponho que a estória continuará não contada).

O segundo disco de Saba, Missa Universalis, é de longe um lançamento superior, apesar de ser menos "Progressivo" e mais no gênero "World Music". Esta é uma suite feita para ser executada em uma Missa Católica. Os instrumentos são bastante variados neste trabalho, e a execução é muito mais ajustada do que em Angel's Dream. Saba abandonou a guitarra neste album (exceto por uma faixa com violão). "Consagração" soa quase oriental, com suas flautas de madeira e gongos, mas também usa tablas e tímpanos para percussão e tubular bells para harmonias. Saba mescla esse cruzamento-cultural de sons perfeitamente em uma peça muito bonita. "Comunhão" reune uma marimba ao estilo de Pierre Moerlin com o arpejo e contraponto de Philip Glass em outra excelente composição. A outra peça deste álbum na amostra é "Encerramento", não tão memorável quanto as outras duas faixas, mas também uma boa peça. Baseado nessas amostras, eu definitivamente recomendo este álbum, a não ser que você esteja procurando prog sinfonico dos anos 70. Ele definitivamente não é isto.

Mas apesar de ter gostado muito de Missa Universalis, minhas favoritas são do terceiro álbum de Saba: Sob Todos os Aspectos. Este é a música para uma peça de teatro escrita pelo escritor brasileiro Luiz Horácio. Esta peça trata de seis sentimentos, os que Saba incluiu no que enviou foram: "Angústia", "Raiva", "Desespero" e "Paralisia". "Angústia" é um solo de guitarra, bastante improvisado e não melódico. Sua distorção pesada e seus "chorosos" pitch-bends muito bem retratam a emoção. "Raiva" é uma peça flamenco, completa com castanholas e violão, mas com um solo de guitarra sendo tocado no topo disso. Eu pessoalmente achei essa uma escolha estranha...Flamenco sempre foi associado a alegria e erotismo pra mim, não raiva. Como todos os solos de guitarra de Saba, algumas vezes ele tende a divagar um pouco. Ainda assim, esta é uma peça muito interessante, me lembrando a banda Carmen. "Desespero" é texturalmente similar a "Angústia", mas a guitarra é tocada de trás pra frente. Também uma peça legal. A última faixa é "Paralisia" à qual é uma peça para orgão de tubos. É um ominoso acorde sobre um baixo profundo com muito pouco movimento nas notas. A ele junta-se um "spacey synth drone" próximo do final da peça. Isto definitivamente soa como paralisia.

Bem, uma revisão misturada, mas principalmente positiva. Para os fãs do progressivo eu recomendo começar por Sob Todos os Aspectos e então ir para Missa Universalis se você gostar do que ouviu. As músicas são totalmente instrumental, então se você está preocupado que elas sejam moralizantes ou enfadonhas, não fique.

Fred Trafton

Saba, Alex [Brazil] - Updated 9/28/00
Discography
Angel's Dream (97)
Missa Univeralis (Music for the Modern Mass) (99?)
Sob Todos Os Aspectos (00)

Reviews
Mr. Saba sent me a very nice sampler including several cuts from each of his albums. This is a great way to hear samples of all of an artist's output! I'll review each one as if I've heard the entire album, but be aware that I've only heard the individual cuts I mention.

Saba's first album is Angel's Dream, and it's a (nearly) solo effort. Saba plays guitar and keyboards, plus a guitar controller for his synthesizers. The compositions use electronic drums. This is obviously recorded in a bedroom studio. It's a mishmash of different styles, with prog or fusion elements in most of the songs. The compositions aren't bad, but the cheezy "toy keyboard" sounds and synthesized drums make this album hard to listen to. There are also many errors in timing and synchronization while doing the overdubs. But mostly, it sounds too much like "one person in a studio". I keep thinking, "Man, this guy needs a band bad!" The cuts on the sampler are "Dick Tracy", "Amanhecer", "Suite - The Cicada and he Ant", "Angels Can't Sleep (but they can fly)", and "The Untold Story of Arthur the King" (since this is an instrumental album, I suppose the story will remain untold).Saba's second album, Missa Universalis, is a far superior release, though it's arguably less "Progressive" and more into the "World Music" genre. This is a suite intended to be performed at a Catholic Mass. The instruments are very varied in this work, and the performance is much tighter than in Angel's Dream. Saba has all but abandoned the guitar for this album (except for one acoustic guitar track). "Consagração" is almost oriental sounding with its wood flutes and gongs, but also uses tablas and tympani for percussion and tubular bells for harmonies. Saba melds these cross-cultural sounds together perfectly into a very nice piece. "Comunhão" somehow manages to fuse a Pierre Moerlin-style marimba and a Philip Glass counterpoint arpeggio into another excellent composition. The other piece of this album on the sampler is "Encerramento", not quite as memorable as the other two cuts, but also a good piece. Based on these samples, I would definitely recommend this album, though not if you're only looking for '70's symphonic prog. It's definitly not that.

But as much as I liked Missa Universalis, my favorite selections are from Saba's third album, Sob Todos os Aspectos. This is music for a theater piece written by Brazilian playwright Luiz Horácio. This play contains a treatment of 6 emotions, of which Saba includes "Anguish", "Anger", "Despair" and "Paralysis" on the sampler CD. "Anguish" is a solo electric guitar piece, very improvised and non-melodic. It's heavy distortion and crying pitch-bends very well portray the emotion. "Anger" is a flamenco piece, complete with castañets and acoustic guitar, but with an electric guitar solo being played over the top of it. I personally find this one to be a strange choice ... Flamenco has always been about joy and eroticism to me, not anger. As with all of Saba's guitar solos, it sometimes tends to ramble on a bit. Still, this is a really interesting piece of music, reminding me of the band Carmen. "Despair" is texturally similar to "Anguish", but the guitar is being played backwards. Also a cool piece. The final cut is "Paralysis" which is a pipe organ piece. It's an ominous chord over a droning bass pedal with very little movement in the notes. It is joined by a spacey synth drone towards the end of the piece. This definitely sounds like paralysis.

So, a mixed review, but mostly positive. For prog fans, I recommend you start with Sob Todos os Aspectos and then move on to Missa Universalis if you like it. The music is all instrumental, so if you're concerned about it being too preachy, don't be.

Fred Trafton

HARMONIE MAGAZINE - Rock Progressif Nº 39 - mai 2000 (France)

Este solista brasileiro é uma consolidação, se ele faz isso de novo, o grande famile Sul Americane rock progressivo. Com esses dois álbuns lançados quatro anos de diferença, 96 "Sonho de Anjo" e este ano "Missa Universalis", SABA entre calmamente na categoria de pequenos mestres que são e nos fazem felizes.

Primeiros puls single "Angel Dream" vériatable acompanhado por um grupo de "Missa Universalis", Saba tem melhorado graças à contribuição das partes interessadas, uma situação que defendemos toda vez que um trabalho solitário é apresentado. ..

No entanto, não chore obra-prima SABA tem apenas mais maneiras do que McCabe, por exemplo, e tentar assustar a sua música uma força em todo Latina. A inspiração está longe de gênio brilhante, mas é capturado pela intensidade dos sentimentos. O que era apenas OK, em 1996, torna-se credível em 2000, sem atingir o topo de um Sagrado, Dogma ou Tempus Fugit, é claro! O impressionante tambor synth definido para "Missa Universalis" é passado Hauter tem uma ambição castrados pela produção deficiente. A ligeira falta de ousadia condena Saba ficar D3, música, depois de Synphonique a natureza sofre de um som anêmico e carente de brio. Um sinfônismo restrito, soporífero limitado, apenas estimulou precussions da América do Sul inevitáveis. Saba faz um resumo dos neoclássicos aplainar e brésilienes raízes meia bem sucedida ou úmido perdidas, muito parecido com a Historie da garrafa de uísque que aaccompagne minha escrita frenética, meio cheio ou meio vazio, dependendo do ângulo tocado !!
Realmente não essencial, amadorismo sofrendo com a comparação deste mês -ci especialmente com Transatlantic, Platypus e outro Think Floyd enterrar tais produções tranco ...

Bruno Versmisse

Ce soliste brésilien vient étoffer, s'il le fait encore, la grande famile sud-américane du rock progressif. Avec ces deux albums sortis à quatre ans d'intervalle, 96 pour "Angel's Dream" et cette année pour "Missa Universalis", SABA entre de plain-pied dans la catégorie des petits maitres qui se font et nous font plaisir.

D'abord seul sur "Angel's Dream" puls accompagné d'un vériatable groupe pour "Missa Universalis", SABA s'est amélioré grâce a l'apport d'interveneants, situation que nous défendons à chaque fois une oeuvre solitaire nous est proposée...

Pour autant, il ne faut pas crier au chef-d'oeuvre, SABA, a just plus de moyens qu'un Mac Cabe, par example, et essaie d'affoler sa musique d'une vigueur toute latine. L'inspiration n'est pas reluisante de génie mais c'est rattrapé par l'intensité des sentiments. Ce qui était juste passable en 1996 devient crédible en 2000, sans atteindre les sommets des Sagrado, Dogma, Tempus Fugit, bien évidemment! L'impressionnante batterie de synthés énoncée pour "Missa Universalis" n'est past a la hauter d'une ambition castrée par une production déficiente. Un léger manque d'audace condamme aussi Saba à rester en D3, sa musique, apr nature synphonique, souffre d'un son anémique et d'un manque de panache. Un symphonisme restreint, limite soporifique, à peine aiguillonné de precussions sud-américaines inévitables. SABA tente un condensé de néo-classique planant et de racines brésilienes à moitié réussi ou à moité raté, un peu comme l'historie de la bouteille de whisky qui aaccompagne mon écriture forcenée, à moitié pleine ou à moitié vide, selon l'angle abordé!!

Vraiment pas indispensable, l'amateurisme souffrant de la comparaison ce mois -ci en particulier, avec les Transatlantic, Platypus et autre Think Floyd qui enterrent ce genre de productions sans sourciller...

Bruno Versmisse

ATROPOS Art Rock Magazine - Nº 9 (Espanha/Spain)

Alex Saba é um músico do Rio de Janeiro que gravou em seu estúdio particular um excelente CD que não é apenas dedicado ao Rock Progressivo, mas que contém alguns elementos característicos do seu país, do jazz e inclusive da música espanhola. Alex gravou todos os teclados em um sequenciador e através de MIDI fez a configuração desejada. Posteriormente, gravou direto todas as guitarras, sem dobras, dando lugar a um eclético trabalho com arranjos bem diversos. Como falei antes, há temas com grande influência espanhola, como "Harlekin" (4:17), na realidade, uma adaptação de "Malaguenã de Lecuona", com evidentes influências de Piazzola e Santana; temas com sabor brasileiro como "Curitiba" (3:26); também temas mais sinfônicos, como "Suite - The Cicada and The Ant" (7:08) ou "Angel's Can't Sleep" (6:58) em três partes; incluindo uma trilogia temática: "Amanhecer" (3:51), "Xuxu - The Clown" (5:59) e "Mr.Davis" (1:43)...Em definitivo, um excelente disco, tocado com muita técnica (mesmo que Alex se considere um compositor, antes de que músico, mas alguém tem que fazer o trabalho), que nos mostra em este primeiro album, um trabalho quente, que dá lugar a um disco primoroso, umas vezes intimista, outras mais clássico e com um incrível sabor totalmente latino. Recomendado para aqueles amantes de Piazzola, Anthony Phillips, Hackett, Jaco Pastorius, Miles Davis, Tom Jobim e o jazz rock em geral. 

Jose Luiz Martinez

Alex Saba is a musician from Rio de Janeiro who recorded in his private studio an excellent CD that is not only dedicated to progressive rock, but it contains some elements characteristic of his country, jazz and even of Spanish music. Alex recorded all keyboards in a sequencer via MIDI and made the desired setting. Subsequently, direct recorded all the guitars, unwrinkled, resulting in an eclectic work with very different arrangements. As I said before, there are issues with great Spanish influence, as "Harlekin" (4:17), in fact, an adaptation of "Malaguena de Lecuona," with obvious influences of Piazzola and Santana; themes with Brazilian flavor as "Curitiba" (3:26); also more symphonic themes, such as "Suite - The Cicada and The Ant" (7:08) or "Angel's Can not Sleep" (6:58) in three parts; including a thematic trilogy: "Dawn" (3:51), "Xuxu - The Clown" (5:59) and "Mr.Davis" (1:43) ... In short, an excellent disc, played with great technique (even Alex himself a composer, before musician, but someone has to do the job), which shows us in this first album, a hot work, which gives rise to an exquisite disc, sometimes intimate, others more classic and with an incredible totally Latin flavor. Recommended for those Piazzola lovers, Anthony Phillips, Hackett, Jaco Pastorius, Miles Davis, Tom Jobim and jazz rock in general.

Jose Luiz Martinez

METAMUSICA - Rock Progressivo - Nº 6 (Brasil)

Alex Saba é um músico carioca que toca guitarras (elétrica e synth), violão e sintetizadores (inclusive módulos comandados por computador). Seu CD instrumental "Angel's Dream" (All The Best, ATB004, 69:27) traz 17 músicas com padrão de qualidade internacional, onde sua extensa formação lhe permite trafegar com segurança por agradáveis composições que têm diversas fontes de inspiração e (consequentemente) igual número de influências. De acordo com os arranjos e linha melódica adotada, podemos ter momentos mais Progressivos ou tendendo para sons mais carregados de elementos Fusion (segundo as descrições clássicas para cada um destes gêneros). Não é em vão que ele denomina seu estilo de MPB - Música Progressiva Brasileira. Dando uma rápida olhada nos agradecimentos, podemos nomear algumas referências que ouvimos no decorrer do álbum: Carlos Santana, Al DiMeola, Chick Corea, Keith Emerson, Jean-Luc Ponty, Jan Akkerman, Frank Zappa, PFM, etc. Nada mal, certo? Sem overdubs, as partes de guitarra são uma amostra live da altíssima capacidade de Alex Saba. (...)

Alex Saba is a carioca musician who plays guitar (electric and synth), guitar and synthesizers (including modules controlled by computer). His instrumental CD "Angel's Dream" (All The Best, ATB004, 69:27) brings 17 songs with international quality standard, where his extensive training allows you to traffic safely by pleasant compositions that have different sources of inspiration and (consequently) equal number of influences. According to the arrangements and melodic line adopted, we can have more moments Progressive or tending to more loaded sounds of Fusion elements (according to the classic descriptions for each of these genres). Not in vain he calls his MPB style - Progressive Brazilian Music. Taking a quick look at the thanks, we can name some references we hear throughout the album: Carlos Santana, Al DiMeola, Chick Corea, Keith Emerson, Jean-Luc Ponty, Jan Akkerman, Frank Zappa, PFM, etc. Not bad, right? No overdubs, the guitar parts are a sample live the high capacity of Alex Saba. (...)

ROCK SYMPHONY Newsletter - Nº 2 (Brasil)

Apesar do título, trata-se do primeiro disco-solo instrumental do guitarrista brasileiro Alex Saba. Ele gravou o CD praticamente sozinho, apenas com a colaboração do músico Beto Frega em duas faixas. As guitarras são o grande destaque e foram gravadas sem qualquer tipo de edição, acompanhadas pelo som de vários sintetizadores adicionados posteriormente. As influências são as mais variadas, como se pode ver nos agradecimentos onde há músicos das mais diversas tendências (entre os guitarristas, destaque para Jan Akkerman). O disco em si é bastante equilibrado e as melhores faixas são aquelas em que as guitarras-solo mais brilham, como em "Amanhecer", "Suite - The Cicada and The Ant", "The Untold Story Of Arthur The King" e a antológica "Angel's Can't Sleep", talvez a melhor do disco. Uma boa surprêsa, emfim, que mostra que o Brasil ainda pode contar com bons músicos. 

Carlos Otávio Britto

Despite the title, this is the first instrumental solo album of Brazilian guitarist Alex Saba. He recorded the CD almost alone, only with the collaboration of musician Beto Frega on two tracks. The guitars are the highlight and were recorded without any editing, accompanied by the sound of several synthesizers added later. The influences are varied, as can be seen in the acknowledgments where there are musicians from different trends (among guitarists, especially Jan Akkerman). The disc itself is fairly balanced and the best tracks are those in which the solo-guitar more shine, as in "Breaking Dawn," "Suite - The Cicada and The Ant", "The Untold Story Of Arthur The King" and anthological "Angel's Can not Sleep", perhaps the best disc. A good surprise, in fine, which shows that Brazil can still count on good musicians.
Carlos Otávio Britto

© 1999-2005 Alex Saba
Editora Musical

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by Ahmed AlFatah

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